Uma auréola em torno do Sol

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Uma auréola em torno do Sol, originally uploaded by CesarCardoso.

Uma auréola em torno do Sol

R.E.M. Hall of Fame Induction- Gardening At Night

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As bandas se separam, as grandes músicas ficam.

Na jukebox mental, “The Bends”, Radiohead

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The Bends é a música-título de um grande álbum, mais conhecido por Fake Plastic Trees. De bônus, a energia de um Radiohead jovial, quebrando tudo no Jools Holland.

Primeiras impressões da Netflix no Brasil

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A Netflix chegou ao Brasil, oba! Lá fui eu pegar o mês grátis, não que eu espere muita coisa dele, mas enfim, tem The Office americano, Top Gear, Torchwood (mas não Doctor Who), Mad Men, Battlestar Galactica, Star Trek TNG e um monte de outras coisinhas que… vou enfileirar pra assistir mas não vou assistir mesmo por pura preguiça :lol: Tem algumas coisas mexicanas e, acho, algumas coisas da Bandeirantes (não, não tem CQC, pode ficar tranquilo).

Netflix ainda não funciona (mas você consegue se inscrever) no Linux – quer dizer, se você tiver um Chrome OS (aparentemente não serve Chromium OS), funciona, então tecnicamente funciona em uma distro Linux – mas funciona no PS3, então foi lá que eu testei, com o episódio piloto de The Office.

O padrão, pelo menos para o PS3 (tenho que ver num Windows), estava em baixa qualidade, então a imagem parecia de um bom upscale de DVDRip – perfeitamente assistível, sem grandes artefatos (imagino que se você tiver uma TV de 50″ eles devem aparecer, mas como eu estava vendo numa TV de 26″ estava tudo bem). A tradução estava ruim mas não desastrosa.

Enfim… vale a pena ficar com o serviço e deixar os R$14,99 por mês? Ainda não sei, acho que o mês grátis está aí pra isso :lol: De qualqer maneira, a Netflix vai obrigar TODO MUNDO a se mexer, não apenas a concorrência, mas também as fornecedoras de banda larga (e espero que elas não se mexam para bloquear).

Próximo passo: testar os APK do Netflix que estão voando por aí no Nexus S e ver se posso assistir os filmes sem precisar fazer VPN para os EUA.

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Ah sim, vi aqui.

Seria o pós-PC a eletrônica de consumo?

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A se confirmar a Samsung como a compradora da futura ex-Personal Systems Group da HP, só sobram Dell e Lenovo que não são empresas de eletrônica de consumo entre os grandes vendedores de computadores – e sim, a Apple hoje é uma empresa de eletrônica de consumo, caso o leitor ainda não tenha se convencido disso.

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Um passo no rumo da coxinhização

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É isso que vocês estão pensando… instalei o Lightbox Photos no Nexus S, as minhas fotos estão aqui.

Pior que estou gostando, o Lightbox é realmente divertido. De bônus, resolve um problema sério no Android, um uploader para o Flickr.

Meu exército de brinquedos

São Paulo

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Só porque, depois de um bom tempo, fui a São Paulo :P

Google+ e o mundo do compartilhamento privado

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Sou fã absoluto do Google+. Peguei um convite logo que o serviço foi lançado, e tirando liveblogs aqui e ali, meu uso de Twitter e (principalmente) Facebook diminuiu.

O que me atrai no Plus é o entendimento de duas coisas que, vejo, são essenciais nas redes sociais “do mundo real”: as relações são assimétricas (uma pessoa pode me considerar um amigão, mas eu a considero uma mala sem alça) e que nem tudo deve ser compartilhado publicamente (as pessoas fofocam, né?). Existem bônus como o Huddle (ótimo substituto de SMS) e Hangout (um chat em vídeo que funciona bem), mas enfim, no Plus é possível ter alguma privacidade no seu compartilhamento.

E porque o compartilhamento privado é tão importante? Porque evita ter que fazer um post sobre aleatórios postando suas opiniões babacas e nadavê nas redes sociais. É sério.

PS.: WordPress, Y U NO LET TAGS WITH “+”?

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Uma não-resenha de Duke Nukem Forever

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(expandido a partir do que publiquei no Plus)

14 anos na espera desde o primeiro anúncio. Uma história atribulada, com idas e vindas pra todos os gostos. E eis que saiu. E eis que comprei.

HAIL TO THE KING, BABY! Duke Nukem Forever para PS3

HAIL TO THE KING, BABY!

E aí você bota o disco pra rodar. E demora. E demora. Tudo bem que TODO jogo de PS3 que se preza tem um update esperando, mesmo que você tenha comprado o primeiro exemplar do jogo à venda no Universo, mas DNF demora BEM mais que o ‘normal’ na primeira execução.

Você finalmente começa a jogar. E, magicamente, você é transplantado para 2007, ou 2006, talvez 2005: os gráficos, a jogabilidade, tudo lembra esta época; jogar DNF depois de jogar, digamos, Call of Duty: Black Ops é um choque de gerações. Além disso, as pausas de carregamento entre as cenas são injustificavelmente lentas e há relativamente pouca ação, espremida entre longas cenas que… er… me pergunto para que servem.

E não é só isso: até mesmo a incorreção política, marca que deveria ser de Duke Nukem Forever, fica devendo no jogo. Não que Duke Nukem tenha se tornado um personagem politicamente correto, longe disso; usando um parâmetro CQC, está ali em cima da linha em que as piadas de Rafinha Bastos e Danilo Gentilli deixaram de ser engraçadas e passaram a ser sem graça (felizmente Duke Nukem não chegou ao estágio de ser um babacão, como os dois citados).

Resumindo: se DNF tivesse saído em 2007, compensaria as fraquezas dos gráficos e da jogabilidade (ainda mais numa plataforma imatura, como era o PS3 recém-lançado) com a força do personagem Duke Nukem, ainda intocado num mundo em que racistas, fascistas, misóginos, homófobos e babacas em geral ainda não tinham sequestrado o termo “politicamente incorreto”.

Mas, em 2011, Duke Nukem Forever só funciona para um público bem específico: aqueles realmente devotos do Rei, que esperaram por décadas a fio a volta do Duke.

Ou seja: na qualidade de devoto, eu me diverti, me divirto e me divertirei à beça com Duke Nukem Forever, com toda a pilha de problemas que o jogo é. Afinal… ele saiu, né? :D