Project Moonshot

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A HP anunciou o Project Moonshot, para testar as águas de servidores ARM, usando tecnologia Calxeda – pedra, aliás, cantada semana passada pelo SemiAccurate.

O importante é observar que estamos falando de quadcore Cortex-A9, não dos novos ARMv8 de 64 bits – quer dizer, se fosse assim, a HP não conseguiria ter nada antes do final de 2012.

O tempo vai passando

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Tinha um monte de coisas para comentar, a final de A Fazenda, o lançamento do Ice Cream Sandwich, a cobertura do Pan 2011 pela Record etc etc etc. Mas acho que comento sobre isso tudo em tantos lugares diferentes que quase não sobra nada pra cá.

Ao vivo com Ice Cream Sandwich e Galaxy Nexus

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Em rede com o Pinguins Móveis :)

Uma auréola em torno do Sol

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Uma auréola em torno do Sol, originally uploaded by CesarCardoso.

Uma auréola em torno do Sol

Primeiras impressões da Netflix no Brasil

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A Netflix chegou ao Brasil, oba! Lá fui eu pegar o mês grátis, não que eu espere muita coisa dele, mas enfim, tem The Office americano, Top Gear, Torchwood (mas não Doctor Who), Mad Men, Battlestar Galactica, Star Trek TNG e um monte de outras coisinhas que… vou enfileirar pra assistir mas não vou assistir mesmo por pura preguiça :lol: Tem algumas coisas mexicanas e, acho, algumas coisas da Bandeirantes (não, não tem CQC, pode ficar tranquilo).

Netflix ainda não funciona (mas você consegue se inscrever) no Linux – quer dizer, se você tiver um Chrome OS (aparentemente não serve Chromium OS), funciona, então tecnicamente funciona em uma distro Linux – mas funciona no PS3, então foi lá que eu testei, com o episódio piloto de The Office.

O padrão, pelo menos para o PS3 (tenho que ver num Windows), estava em baixa qualidade, então a imagem parecia de um bom upscale de DVDRip – perfeitamente assistível, sem grandes artefatos (imagino que se você tiver uma TV de 50″ eles devem aparecer, mas como eu estava vendo numa TV de 26″ estava tudo bem). A tradução estava ruim mas não desastrosa.

Enfim… vale a pena ficar com o serviço e deixar os R$14,99 por mês? Ainda não sei, acho que o mês grátis está aí pra isso :lol: De qualqer maneira, a Netflix vai obrigar TODO MUNDO a se mexer, não apenas a concorrência, mas também as fornecedoras de banda larga (e espero que elas não se mexam para bloquear).

Próximo passo: testar os APK do Netflix que estão voando por aí no Nexus S e ver se posso assistir os filmes sem precisar fazer VPN para os EUA.

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Seria o pós-PC a eletrônica de consumo?

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A se confirmar a Samsung como a compradora da futura ex-Personal Systems Group da HP, só sobram Dell e Lenovo que não são empresas de eletrônica de consumo entre os grandes vendedores de computadores – e sim, a Apple hoje é uma empresa de eletrônica de consumo, caso o leitor ainda não tenha se convencido disso.

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Um passo no rumo da coxinhização

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É isso que vocês estão pensando… instalei o Lightbox Photos no Nexus S, as minhas fotos estão aqui.

Pior que estou gostando, o Lightbox é realmente divertido. De bônus, resolve um problema sério no Android, um uploader para o Flickr.

Meu exército de brinquedos

Google+ e o mundo do compartilhamento privado

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Sou fã absoluto do Google+. Peguei um convite logo que o serviço foi lançado, e tirando liveblogs aqui e ali, meu uso de Twitter e (principalmente) Facebook diminuiu.

O que me atrai no Plus é o entendimento de duas coisas que, vejo, são essenciais nas redes sociais “do mundo real”: as relações são assimétricas (uma pessoa pode me considerar um amigão, mas eu a considero uma mala sem alça) e que nem tudo deve ser compartilhado publicamente (as pessoas fofocam, né?). Existem bônus como o Huddle (ótimo substituto de SMS) e Hangout (um chat em vídeo que funciona bem), mas enfim, no Plus é possível ter alguma privacidade no seu compartilhamento.

E porque o compartilhamento privado é tão importante? Porque evita ter que fazer um post sobre aleatórios postando suas opiniões babacas e nadavê nas redes sociais. É sério.

PS.: WordPress, Y U NO LET TAGS WITH “+”?

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Uma não-resenha de Duke Nukem Forever

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(expandido a partir do que publiquei no Plus)

14 anos na espera desde o primeiro anúncio. Uma história atribulada, com idas e vindas pra todos os gostos. E eis que saiu. E eis que comprei.

HAIL TO THE KING, BABY! Duke Nukem Forever para PS3

HAIL TO THE KING, BABY!

E aí você bota o disco pra rodar. E demora. E demora. Tudo bem que TODO jogo de PS3 que se preza tem um update esperando, mesmo que você tenha comprado o primeiro exemplar do jogo à venda no Universo, mas DNF demora BEM mais que o ‘normal’ na primeira execução.

Você finalmente começa a jogar. E, magicamente, você é transplantado para 2007, ou 2006, talvez 2005: os gráficos, a jogabilidade, tudo lembra esta época; jogar DNF depois de jogar, digamos, Call of Duty: Black Ops é um choque de gerações. Além disso, as pausas de carregamento entre as cenas são injustificavelmente lentas e há relativamente pouca ação, espremida entre longas cenas que… er… me pergunto para que servem.

E não é só isso: até mesmo a incorreção política, marca que deveria ser de Duke Nukem Forever, fica devendo no jogo. Não que Duke Nukem tenha se tornado um personagem politicamente correto, longe disso; usando um parâmetro CQC, está ali em cima da linha em que as piadas de Rafinha Bastos e Danilo Gentilli deixaram de ser engraçadas e passaram a ser sem graça (felizmente Duke Nukem não chegou ao estágio de ser um babacão, como os dois citados).

Resumindo: se DNF tivesse saído em 2007, compensaria as fraquezas dos gráficos e da jogabilidade (ainda mais numa plataforma imatura, como era o PS3 recém-lançado) com a força do personagem Duke Nukem, ainda intocado num mundo em que racistas, fascistas, misóginos, homófobos e babacas em geral ainda não tinham sequestrado o termo “politicamente incorreto”.

Mas, em 2011, Duke Nukem Forever só funciona para um público bem específico: aqueles realmente devotos do Rei, que esperaram por décadas a fio a volta do Duke.

Ou seja: na qualidade de devoto, eu me diverti, me divirto e me divertirei à beça com Duke Nukem Forever, com toda a pilha de problemas que o jogo é. Afinal… ele saiu, né? :D

Umas observações rápidas sobre o #fisl12

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Não fui ano passado, mas tendo a concordar com quem achou que este ano estava mais vazio que o ano passado – minha impressão é que estava mais vazio que 2009. Os amplos corredores entre os estandes, em geral vazios, servem de prova.

Muita gente acabou não indo, o que reforçou minha impressão de que cada vez conheço menos gente.

Não tinha estande do Google, da IBM, da RedHat e, até mesmo, do Debian; mesmo com a volta do Governo do RS, tiveram que encher o espaço com coisas como CTG (Centro de Tecnologia Gaudéria). E, sendo bem direto, o melhor estande era da Canonical – embora não fosse do interesse da massa, a estratégia de demonstrar soluções com Ubuntu, de servidores ao Dock do Motorola Atrix, deve ter pelo menos encaminhado contatos junto a OEMs.

Sobre as palestras: haviam muitas boas palestras para temas “emergentes” como Arduino e mobilidade (teve até Meego Day no primeiro dia), mas para quem esperava a tradicional chuva de palestras de sysadmin, segurança etc não foi um bom ano.

Enfim, acho que a lembrança que vai ficar deste FISL é sobre o frio que se abateu sobre Porto Alegre neste início de um inverno que promete ser extremamente gelado. Sensações térmicas de dezenas de graus abaixo de zero, servidos?  :D

Ainda esta semana publico no Pinguins Móveis fotos e vídeos da Festa da Padroeira.

E sobre a experiência: sobrevivi à semana gaúcha (Gramado e FISL) com tablet e telefone. Aliás, digitei este post no tablet  ;)

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